Sobre 2016 e resoluções

Último dia do ano e, de praxe, dia de fazer resoluções. Dia de prometer ser mais organizado, ler mais livros, não procrastinar, cumprir horários. Dia de prometer praticar mais esportes, alimentar-se melhor, colocar as contas em dia. De prometer consumir menos. Viajar mais.

Dia de atrair amor, dinheiro, paz. De usar vermelho, amarelo, branco.

Mas, este ano, algo me engoliu. Algo que me amarrou à cadeira e disse: “desta vez não”.

Algo que me atravessou gritando que amanhã, primeiro dia de 2016, eu ainda serei eu, a mesma pessoa que sou hoje. E a pessoa que sou hoje não é a pessoa que eu quero ser, e nem a que eu sou.

Resolvi, então, que a resolução de hoje não é porque amanhã é outro ano, mas sim porque CHEGA.

Chega de atender expectativas alheias antes das próprias.
Chega de buscar justificativas após um “não”.
Chega de achar que é preciso parecer feliz o tempo todo.

Chega.

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“É preciso coragem para crescer e ser quem você realmente é” – E E Cummings

 

 

 

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